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07 de fevereiro de 2025
por: Marcelo Gouvêa
Marcelo Gouvea

UNIFEBE sedia formação voltada ao manejo de abelhas-sem-ferrão

Após construção de meliponário, iniciativa envolveu professores, profissionais técnico-administrativos e bolsistas

Dois momentos organizados na UNIFEBE proporcionaram o detalhamento sobre o manejo, diversidade e características das abelhas-sem-ferrão. Além de uma palestra sobre o tema, uma oficina voltada ao manejo foi desenvolvida no meliponário construído na instituição.

A formação foi realizada pela pesquisadora Marcia Regina Faita, da MeliExpert, que acompanha o projeto desde antes da implantação da estrutura montada para criação de abelhas mandaçaias e jataís. Participaram da atividade representantes e professores do Colégio UNIFEBE, da UNIFEBE, assim como estudantes e bolsistas do Projeto Abelhas UNIFEBE.

Segundo a especialista, os esforços integrados de cuidado das colônias e do espaço da instituição são peças importantes para o sucesso do meliponário. Ela indica que a divulgação de informações e a sensibilização são algumas das etapas iniciais no reconhecimento e cuidado com as abelhas.

“As abelhas são os principais polinizadores em diferentes ambientes, contribuindo significativamente para a produção de alimentos e equilíbrio de ecossistemas. A diversidade de espécies é grande, reunindo exemplares de cores, tamanhos e comportamentos distintos. A proposta da oficina foi abordar essa diversidade das abelhas e aprofundar aspectos relacionados especificamente com as abelhas-sem-ferrão, que serão mantidas no meliponário da UNIFEBE”, descreve.

Aprimoramento e prática

O processo de capacitação de pessoas para um manejo adequado com as abelhas, assim como a ampliação no número de plantas com flores para fornecer alimento para as abelhas já era previsto na iniciativa. No espaço, devem ser realizadas atividades de ensino pesquisa e extensão, tendo as variedades de abelhas-sem-ferrão como foco.

“A oficina teve como objetivo fornecer aporte teórico e prático para que as pessoas desenvolverem plenamente estas atividades, que vão garantir a divulgação de informações sobre as abelhas e a manutenção do meliponário”, descreve a coordenadora de Projetos do Colégio UNIFEBE, professora Simone Sobiecziak.

Para o diretor do colégio UNIFEBE, professor Leonardo Ristow, o projeto tem se desenvolvido bem, mantendo as abelhas saudáveis com a implantação das caixas automatizadas. Os equipamentos são parte de pesquisas mantidas desde 2023, e proporcionaram a parceria entre UNIFEBE e o Núcleo de Estudos em Abelhas, Produtos Apícolas e Polinização da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC.

Ele enfatiza o papel exercido pelas abelhas e a necessidade de tornar os conhecimentos acerca do manejo das espécies mais acessíveis para a comunidade. “É extremamente importante porque, gradualmente, o conhecimento que era de duas ou três pessoas aqui na instituição está começando a ganhar corpo. Que possamos, cada vez mais, ampliar esse conhecimento sobre as abelhas-sem-ferrão para que mais pessoas da nossa comunidade possam, quem sabe, um dia, ter sua caixa de abelha-sem-ferrão em casa, sabendo da importância que elas têm para toda a biodiversidade”, projeta.

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comunicacao.gestao@unifebe.edu.br / 47 3211-7223

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