Segundo a especialista, os esforços integrados de cuidado das colônias e do espaço da instituição são peças importantes para o sucesso do meliponário. Ela indica que a divulgação de informações e a sensibilização são algumas das etapas iniciais no reconhecimento e cuidado com as abelhas.
“As abelhas são os principais polinizadores em diferentes ambientes, contribuindo significativamente para a produção de alimentos e equilíbrio de ecossistemas. A diversidade de espécies é grande, reunindo exemplares de cores, tamanhos e comportamentos distintos. A proposta da oficina foi abordar essa diversidade das abelhas e aprofundar aspectos relacionados especificamente com as abelhas-sem-ferrão, que serão mantidas no meliponário da UNIFEBE”, descreve.
Aprimoramento e prática
O processo de capacitação de pessoas para um manejo adequado com as abelhas, assim como a ampliação no número de plantas com flores para fornecer alimento para as abelhas já era previsto na iniciativa. No espaço, devem ser realizadas atividades de ensino pesquisa e extensão, tendo as variedades de abelhas-sem-ferrão como foco.
“A oficina teve como objetivo fornecer aporte teórico e prático para que as pessoas desenvolverem plenamente estas atividades, que vão garantir a divulgação de informações sobre as abelhas e a manutenção do meliponário”, descreve a coordenadora de Projetos do Colégio UNIFEBE, professora Simone Sobiecziak.